Revisão da edição 400 do Batman

Sou um grande fã do Batman. Eu uso roupas do Batman, falo sobre o Batman para minha namorada (ela balança a cabeça e finge se importar), até faço vídeos no YouTube sobre o Batman. Dito isto, muitas vezes fico desapontado com alguns dos quadrinhos do Batman que li. Muitas vezes as histórias são releituras de histórias antigas, sem nenhum enredo real, ou simplesmente chatas.

A edição #400, no entanto, não tinha nenhuma dessas falhas. Foi uma ótima leitura do começo ao fim. A introdução especial de Stephen King, surpreendentemente, também foi boa. Digo ‘surpreendentemente’ não por falta de fé nas habilidades de escrita de Stephen King, mas sim porque eu normalmente odeio introdução, ainda mais se eles são apelidados de ‘especiais’.

Li toda a edição e aproveitei cada momento. OK, para ser honesto, houve algumas vezes em que desejei que Jason Todd caísse morto, mas fora isso, foi uma ótima história.

Vou resumir brevemente o enredo:

Todos os maiores (e alguns dos menores) bandidos em Gotham City saíram da prisão e do Arkham Asylum. Ninguém sabe quem está por trás da fuga da prisão, nem mesmo os prisioneiros libertados.

Acontece que é Ras Al Ghul e ele se oferece para ajudar Batman a capturar e matar todos os bandidos se Batman concordar em ser seu parceiro e ajudá-lo a governar o mundo.

Batman diz ‘Não’ e as linhas de batalha são desenhadas. É o Caped Crusader, Robin, Catwoman e Talia contra praticamente todos os outros.

O Coringa, Pinguim, Hera Venenosa, Crocodilo Assassino e o Chapeleiro Maluco desempenham o papel mais importante da história, com alguns outros vilões espalhados para adicionar sabor. Por exemplo, Catman faz uma aparição. Felizmente, ele sai rapidamente do palco à direita.

Quando tudo está dito e feito, o bem vence o mal e Batman parece renascer, renovado e pronto para lutar contra o mal novamente. Ras Al Ghul é morto, mas é certo que ele ressuscitará e aparecerá novamente no futuro para insultar ainda mais o Cavaleiro das Trevas.

Uma das coisas que eu não gostei sobre esta edição foi a arte. Como era uma edição especial de aniversário, mais de 20 ilustradores trabalharam na arte interior. O que significa que a cada poucas páginas a arte subitamente muda e toma uma nova direção. Isso me incomodou. É como assistir a um filme que fica mudando de cor para preto e branco e depois vice-versa. Apenas me dê um artista e um escritor e eu estou bem. Jogue em um bom colorista e eu sou ótimo.

Suponho que devo mencionar agora que Doug Moench escreveu a edição. Grite para ele…

Se você ainda não leu esta edição, vale a pena o $ 1 ou então você provavelmente pode comprá-lo por esses dias.

Enfim, dou 4 de 5 estrelas.



Source by Timothy Ward

You may also like...

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.